28 de junho de 2012

Reclames do Plin Plin

Houve uma pausa. Brusca, né? Sinceramente, isso se deve boa parte ao motivo mais simples do mundo: não tem mais muito o que contar. A transição está feita. O emprego está conseguido. Na faculdade eu já me encontrava. A parte mais interessante, minha vida amorosa, eu preciso excluir momentaneamente da minha publicidade para dar-lhe a chance de funcionar. Então...

De qualquer forma, vou sempre passar aqui para contar algumas sensações atuais.

E as presentes são essas:



- Tenho sentido bastante do Marcelo de volta em mim, e continuo o processo de "me encontrar".

Exemplo: para dias de trabalho, troquei as bolsas por mochila. Ela é ergonomicamente mais correta, possui bolsos muito bem divididos para tudo (evitando a ridícula situação de meia hora passando a mão pelos mesmos 20 centímetros cúbicos para encontrar a carteira), resiste à chuva, a danos, pode ser jogada no chão sem medo nem preconceito.

Segundo exemplo: Tenho usado algumas roupas diferentes, mas iguais. No seguinte sentido: antes eu queria sempre ser um fashion diva e ficar aprendendo combinações, estilos, coisinhas novas. Sinceramente? Tem dias que uma blusa colada e uma calça jeans resolvem a situação. Ontem eu fui pro trabalho - pela primeira vez - de tênis. E me senti muito bem com o conforto e a facilidade com a qual consigo me movimentar. Ontem foi quase isso, só que com sapatilha:


O que nos leva ao fato de que...


- Ganhei um presentinho lindo da minha chefe. A sapatilha da foto acima, que aparece melhor aqui:



Amei, amei, amei. Três vezes. Não só eu estava precisando bastante, como ela é linda, delicada, de uma cor que eu amo, confortável, macia, cheirosa e teria sido um presente maravilhoso mesmo que eu tivesse outras 100. E mais. Vocês sabem que Melissa não faz sapatos acima de 40, né? Pois é, concluam o que quiserem XD Beijo enorme, Bia!

O que nos leva ao fato de que...

- Estou adorando trabalhar onde trabalho. Para falar mais sobre isso, uma explicação breve sobre a empresa. A NBT consulting trabalha primariamente de duas formas: instalando e configurando, desde a parte da compra das peças físicas necessárias até a configuração de software completa, redes de computadores e telefonia em outras  empresas e escritórios. Trabalhamos principalmente com Asterisk.

Segundo, damos suporte técnico geral tanto a essas redes quanto ao funcionamento básico de computadores. Sabe aquela tia tapada que vive te chamando para resolver problemas no PC dela, ai para você não perder a paciência, paga de 70 a 100 reais para um "técnico" ir na casa dela e formatar a máquina ou configurar um programa? Essa segunda parte é mais ou menos isso. Só que para dezenas de funcionários com o mesmo treino que sua tia na utilização dia-a-dia de um computador: zero. Eu já sei fazer isso. A parte de redes eu estou aprendendo - e ainda vou aprender - muitíssimo. Mas o resto eu fiz a minha vida inteira, para mim mesma e para parentes e amigos. E ja estou alocada em uma empresa cliente para ajudar-lhes com seus contratempos diários. Me sinto útil, me sinto aprendendo, me sinto trabalhando em equipe. Gostoso isso. E  mexer com tecnologia sempre foi a minha vida, assim como me afastar dela sempre foi bem difícil.

O que nos leva ao fato de que...

- Estou com o Galaxy Note de volta.

"Anh?!?!?! Que isso?!?!??!"


Põe no google.

Ok, brincadeira. Ele é o meu celular. Eu amo tecnologia móvel, e ela me é muito útil. Exemplo: hoje fiquei de plantão na empresa, mas tive bastante tempo livre. Com meu celular eu posso fazer infinitas coisas e passar esse tempo fácil, me distraindo ou sendo produtiva. Posso responder os e-mails que recebo com perguntas relacionadas à transição, que são muitos. Posso ler um numero infinito de revistas. Posso comprar e ler livros. Posso assistir filmes e séries. Posso jogar. Sozinha ou com outras pessoas. Posso me comunicar com todo mundo que conheço de N formas diferentes, desde o simples envio de mensagens escritas até o compartilhamento (e consequente discussão) de tópicos encontrados na internet, ou com uma conversa de vídeo pelo Skype. Posso inclusive adiantar a parte textual dos posts para chegar em casa, incluir as fotos e mandar bala. Posso acessar meu computador em casa e pegar todo e qualquer arquivo que tenha esquecido nele.

Há outras funções super inesperadas também. Por exemplo, para escolher em que ponto do escritório colocar um receptor de WiFi, eu posso testar a força do sinal da rede com o celular, variando de local pra local.

Espera. Porque eu estava falando disso mesmo? Ah sim, porque eu estava a longuíssimos 35 dias sem meu celular. No dia 22 de maio, o meu antigo resolver brigar cara à cara com um chão de concreto. Desnecessário dizer o resultado da luta. Foi para a assistência dia 23 e não voltou até hoje. Entre infinitas discussões por telefone com a assistência e com a Samsung, e uma visita pessoal à loja onde eu o deixei com direito a ser chamada de "senhor Marcelo" e tudo, não o consegui de volta ainda. Resultado: comprei outro. E quando o primeiro voltar (ou quando sair o resultado do processo, que sera iniciado caso ele não esteja em minhas mãos até dia 13 de julho) eu pago a compra desse.

Então, bom... menos um stress. Porque sim, ficar sem meu celular é um stress infinito pra mim. Andar de ônibus sem ouvir uma musica ou ler alguma coisa é a morte por níveis fatais de tédio, e essa é só a ponta do iceberg. Mas, obvio, ele nao faz tudo. Algumas coisas funcionam exclusivamente em um bom desktop.

O que nos leva ao fato de que...

- Voltei a jogar.

Com certa frequência, inclusive. No momento, Mass Effect 3 e, logo logo, Civilization V com seu novo pacote de expansão, Gods and Kings. Pra quem se interessa, claro. Pro resto do pessoal isso é lero lero.

E se voce acha que por isso sou rica, so tenho uma coisa à dizer:


AAaaarrrr!!!

Beijinhos,

MayB